Os sete componentes do motor de identidade canônica — definições do Vocabulário Oficial v1.3.
Captura e extração de campos estruturados do elemento de entrada — documentos físicos ou digitais, em qualquer formato. A tecnologia de captura (OCR, parsers, visão computacional) é substituível; a etapa funcional permanece.
Normalização canônica e varredura que prepara o vetor canônico: abreviações, acentos, ordem e formatos convergem para uma única representação da mesma informação.
O coração imutável do protocolo. Aplica a função determinística F(T) sobre o conteúdo extraído e produz a representação canônica que origina o AC⚡IDN. Mesma entrada semântica, mesmo resultado — sem IA, sem probabilidade, sem heurística.
O motor de paridade emite a resposta oficial e juridicamente neutra do protocolo em cinco estados públicos: AC-UNI [Único] · AC-DUP [Duplicidade] · AC-PAR [Paridade — variante legítima] · AC-QTN [Quarentena — em validação] · AC-INL [Identidade não localizada ou documento ilegível]. O protocolo entrega evidências; a conclusão jurídica cabe à instituição.
A base de conhecimento consultada em toda decisão: Golden Rules, perfis canônicos por família de ativos, relações entre variantes e histórico. Não registra ativos; não executa decisões — governa a interpretação.
Registro permanente das decisões e ativos aprovados, com vínculos de ancoragem blockchain. O Oracle decide; o Registry apenas preserva.
A genealogia do ativo: versões, transformações (desmembramento, fusão, sucessão) e variantes matematicamente vinculadas ao ancestral — incluindo a cadeia de autorizações que produziu cada mudança. A duplicidade continua detectável mesmo depois que o ativo muda.
Regra de Fidelidade Documental: o H1 nunca é aceito por declaração — é extraído do próprio documento, a única fonte da verdade.